El Chacal de Nahueltoro (Miguel Littin, 1969) marca um dos pontos mais altos do cinema chileno e convocou à sociedade latino-americana a discutir problemas de suma importância no final dos anos 1960, e que se acirrariam nas contradições, nas interferências e nas atrocidades dos anos que se seguiram. Interessa-nos reflexionar sobre a função que se adjudicam certas obras de arte para gerar arquivos de espaços temporais mais ou menos próximos iluminando de sentido fatos esquecidos e, talvez irrelevantes para a grande história, mas que continuam reverberando no presente.
No quarto encontro do Colóquio, a professora e pesquisadora Beatriz Furtado (UFC) mediou uma conversa…
Fotógrafa e artista visual Inspirada pelos acontecimentos da vida familiar e seu cotidiano em confronto…
“O Esquadrão é mais um retrato das deformações de um novo tipo de fascismo, aparentemente…
CURADORIA POR NAARA FONTINELE O cinema se oculta se expande no coração da desordem. Com…
CURADORIA POR NAARA FONTINELE* É com as angústias provocadas pelo momento político violento, desumano, com…
Mais uma reverberação do encontro com o poeta, ensaísta e professor Edimilson de Almeida Pereira,…