A partir das diversas práticas e experiências cotidianas no Manzo Ngunzo Kaiango, em especial aquelas que envolvem os modos de transmissão e de convivência entre os mais velhos e os mais novos, esta apresentação busca caracterizar os principais traços do que chamamos de afroabetização: complexo processo de aprendizagem no qual as formas de vida e de pensamento nos terreiros e quilombos são irrigadas pelas tradições de matriz africana. Comentaremos algumas produções audiovisuais recentes que buscaram abordar nosso modo de viver em comunidade.
No quarto encontro do Colóquio, a professora e pesquisadora Beatriz Furtado (UFC) mediou uma conversa…
Fotógrafa e artista visual Inspirada pelos acontecimentos da vida familiar e seu cotidiano em confronto…
“O Esquadrão é mais um retrato das deformações de um novo tipo de fascismo, aparentemente…
CURADORIA POR NAARA FONTINELE O cinema se oculta se expande no coração da desordem. Com…
CURADORIA POR NAARA FONTINELE* É com as angústias provocadas pelo momento político violento, desumano, com…
Mais uma reverberação do encontro com o poeta, ensaísta e professor Edimilson de Almeida Pereira,…